terça-feira, 1 de novembro de 2011

Novidades em novembro de 2011



Estréia de FLUIDOS na TV no CANAL BRASIL
3/11, quinta-feira às 22h
Horário alternativo: 5/11 -  4h30 da madrugada
www.canalbrasil.globo.com


e Fluidos será apresentado em Festival em TORONTO
Toronto International Portuguese Film Festival
www.portuguesefilmfestival.com
domingo 13/11 às 3:30PM,  horário local

http://www.oitoronto.ca/19146/festival-de-filmes-portugueses-apresenta-quatro-curtas-brasileiros/ 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010




Fluidos
Brasil, 2010, cor, 71 min., digital, 16 anos.

Enquanto um casal torna-se escravo de seus próprios fetiches, uma mulher encontra o marido apenas pela internet e um garoto expõe sua vida num programa de televisão sensacionalista. A filmagem foi realizada em uma única noite, sem interrupções, durante a Virada Cultural de 2010, enquanto a platéia assistia simultaneamente a ação acontecendo na tela.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010



Fluidos
Ficção, 71 minutos, 2009,  HD




De forma contemporânea, sensual e bem humorada, o filme mostra o cotidiano de três relacionamentos.


Fluidos foi o primeiro longa-metragem feito ao vivo, através de apresentações com captação, edição e exibição simultâneas.


As filmagens ao vivo aconteceram no Centro Cultural São Paulo, em maio de 2009, no SESC Pompéia, em novembro do mesmo ano, e no CineSesc, durante a Virada Cultural 2010.

Fez parte da Seleção Novos Rumos da Première Brasil do Festival do Rio, Seleção Oficial do Festival Internacional de Cinema de Salvador e da II Mostra Live Cinema.




O filme é a estréia na direção de longa-metragem de Alexandre Carvalho, que anteriormente dirigiu clipes e curtas, como Portas da cidade (35MM, 2004), premiado em New York. Graduado e Mestrando em cinema pela USP, é professor de direção na Academia Internacional de Cinema.

Fluidos estréia em 27 de agosto na cidade de São Paulo e posteriormente em outras capitais.

Direção de Alexandre Carvalho

com Francine Souza, Gus Stevaux, Mário Ilha, Silvia Pecegueiro, Tânia Granussi e Tatiana Eivazian.

Não recomendado a menores de 16 anos.

Co-produção Prefeitura de São Paulo / SESC – SP
Distribuição: Polifilmes
Uma produção ASC audiovisual

segunda-feira, 19 de abril de 2010

domingo, 18 de abril de 2010

Fotos de divulgação

Francine Souza (Suzie) e Mário Ilha (Chico)
Tânia Granussi (Tamara) e Silvia Pegueiro (Raquel)
Tatiana Eivazian (Magali) e Gus Stevaux (Lucas)

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Making Of

Making Of das apresentações de Fluidos no Centro Cultural São Paulo em maio de 2009.


terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Como funcionou AO VIVO:

O espectador entra na sala para assistir um filme. Porém esse filme está sendo realizado ao vivo nos arredores.

A estrutura necessária para a realização é apenas uma tela e um projetor do lado de dentro da sala. Do lado de fora, uma equipe enxuta e bem ensaiada trabalha freneticamente para garantir que tudo ocorra perfeito durante o "ao vivo".

A transmissão do sinal de vídeo proveniente das câmeras, é feito através de cabos e por antenas portáteis, todos devidamente estruturados para interferirem minimamente no espaço público. 

A experiência de Fluidos não se resume à tela. Aqueles que querem acompanhar o que acontece do lado de fora, podem tanto presenciar as cenas sendo executadas, ou participar delas como figurantes, quanto acompanhar o processo de edição ao vivo, que acontece em uma mesa fora da sala de cinema.

Fluidos pressupõe a "inclusão cultural" na assepção do termo: A arte invadindo o bairro, tal qual o bairro invandindo a arte, transformando tudo em uma coisa só.

A improvisação, necessária e parte integrante do “ao vivo”, bem como a adaptação a qualquer horário, espaço físico ou condição climática, faz com que cada apresentação (filme) seja uma experiência única.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Fluidos em Salvador


6º Festival Internacional de Cinema de Salvador

Fluidos, 81 minutos, ficção, Formato Rain (HD), 2009

Exibições: CINE XIV (Rua Frei Vicente, 12/14 - Quarteirão Cultural do Pelourinho)

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Fluidos no Rio de Janeiro

Fluidos estreou em formato RAIN (HD) na Seleção Novos Rumos da Sessão Première Brasil do Festival do Rio 2009




Exibições: Centro Cultural Justiça Federal, Estação Vivo Gávea, Cinema Nosso e Ponto Cine.

terça-feira, 26 de maio de 2009

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Por um cinema vivo:



CineVivo é um formato audiovisual diferente.

Não é a dessacralização da sétima arte, pelo contrário, é uma verdadeira declaração de amor ao cinema, pois potencializa o que lhe é mais seu: a linguagem.

A proposta é fazer realmente um filme de ficção: personagens, plots, cenas, planos, cenários, figurinos, fotografia, som direto, montagem, tal qual qualquer narrativa cinematográfica, mas com o frescor e a graça do ao vivo.

A captação, edição e exibição são simultâneas: câmeras na mão, em diferentes locações acessíveis ao público, transmitindo ao vivo para um computador, com edição em tempo real, que projeta o filme na tela de cinema.

Qualquer filme é uma arte do tempo presente. Quando a câmera é ligada, só é registrado o que acontece naquele momento. O CineVivo valoriza esse momento mágico capturado como único, que só deverá ser refeito numa nova apresentação.

Esse novo formato explicita o processo. Permite que o criador modifique sua obra constantemente. O filme não está fossilizado em uma película, disco ou fita, mas está num fluxo, em contínua mutação. Em cada apresentação, um filme diferente.

CineVivo pressupõe a "inclusão cultural" na assepção do termo: A arte invadindo o bairro, tal qual o bairro invandindo a arte, transformando tudo em uma coisa só.

Essa mistura entre realidade e diegese torna o filme mais orgânico. A interferência e a improvisação do ao vivo potencializam o pacto de ilusão de realidade existente entre os espectadores e a obra cinematográfica.

Durante cada apresentação do CineVivo, temos a oportunidade única de transpirar cinema por todos os poros.

E tenho certeza que será uma experiencia tão divertida para o público quanto é para todos nós da equipe e do elenco.

Sobre a linguagem:

A palavra chave para a linguagem do Fluidos é o cotidiano.

Cotidiano das relações, do bairro, da vida dos espectadores.

Câmera na mão, planos-sequência movimentados, afim de captar o fluir irriquieto e fugidio do contemporâneo.

Quase uma releitura do Dogma95, Fluidos não tem interferências externas.

O Naturalismo é a base do filme, não somente no roteiro, mas também em sua linguagem e estética.

Sempre prevalecerá o ambiente real, tal como ele é. São pessoas vivendo histórias que podem acontecer a qualquer um que frequente aquela região.

Elementos de arte, fotografia, direção e som são buscados nas próprias locações. Transeuntes são, inclusive, os “figurantes” naturais da narrativa.

A incomunicabilidade e a vida em suspensão, próprias de nosso momento atual estarão presentes de maneira intrínseca na história e também na decupagem, sempre sujeitas a alterações e interrupções do fluxo narrativo.

O filme busca a textura diferente do nosso presente, imperfeita, quase pixelada, que denota a velocidade dessa imagem digital, simulada e vazia.