terça-feira, 1 de novembro de 2011
Novidades em novembro de 2011
Estréia de FLUIDOS na TV no CANAL BRASIL
3/11, quinta-feira às 22h
Horário alternativo: 5/11 - 4h30 da madrugada
www.canalbrasil.globo.com
e Fluidos será apresentado em Festival em TORONTO
Toronto International Portuguese Film Festival
www.portuguesefilmfestival.com
domingo 13/11 às 3:30PM, horário local
http://www.oitoronto.ca/19146/festival-de-filmes-portugueses-apresenta-quatro-curtas-brasileiros/
sábado, 28 de agosto de 2010
Os críticos deram suas opiniões, dê a sua também.
Christian Petermann (Programa Todo Seu da Tv Gazeta): http://www.youtube.com/watch?v=gDrN2cr1qGk
Alysson Oliveira (Reuters / Uol): http://cinema.uol.com.br/ultnot/reuters/2010/08/26/fluidos-procura-desmistificar-a-magia-de-fazer-cinema.jhtm
Celso Sabadin (CineClick / Planeta Tela): http://cinema.cineclick.uol.com.br/criticas/ficha/filme/fluidos/id/2540
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Fluidos
Brasil, 2010, cor, 71 min., digital, 16 anos.
Enquanto um casal torna-se escravo de seus próprios fetiches, uma mulher encontra o marido apenas pela internet e um garoto expõe sua vida num programa de televisão sensacionalista. A filmagem foi realizada em uma única noite, sem interrupções, durante a Virada Cultural de 2010, enquanto a platéia assistia simultaneamente a ação acontecendo na tela.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 20 de abril de 2010
Fluidos
Ficção, 71 minutos, 2009, HD
De forma contemporânea, sensual e bem humorada, o filme mostra o cotidiano de três relacionamentos.
Fluidos foi o primeiro longa-metragem feito ao vivo, através de apresentações com captação, edição e exibição simultâneas.
Fluidos foi o primeiro longa-metragem feito ao vivo, através de apresentações com captação, edição e exibição simultâneas.
As filmagens ao vivo aconteceram no Centro Cultural São Paulo, em maio de 2009, no SESC Pompéia, em novembro do mesmo ano, e no CineSesc, durante a Virada Cultural 2010.
Fez parte da Seleção Novos Rumos da Première Brasil do Festival do Rio, Seleção Oficial do Festival Internacional de Cinema de Salvador e da II Mostra Live Cinema.
O filme é a estréia na direção de longa-metragem de Alexandre Carvalho, que anteriormente dirigiu clipes e curtas, como Portas da cidade (35MM, 2004), premiado em New York. Graduado e Mestrando em cinema pela USP, é professor de direção na Academia Internacional de Cinema.
Fluidos estréia em 27 de agosto na cidade de São Paulo e posteriormente em outras capitais.
Direção de Alexandre Carvalho
com Francine Souza, Gus Stevaux, Mário Ilha, Silvia Pecegueiro, Tânia Granussi e Tatiana Eivazian.
Não recomendado a menores de 16 anos.
Distribuição: Polifilmes
Uma produção ASC audiovisual
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Fotos de divulgação
sexta-feira, 19 de março de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Como funcionou AO VIVO:
O espectador entra na sala para assistir um filme. Porém esse filme está sendo realizado ao vivo nos arredores.
A estrutura necessária para a realização é apenas uma tela e um projetor do lado de dentro da sala. Do lado de fora, uma equipe enxuta e bem ensaiada trabalha freneticamente para garantir que tudo ocorra perfeito durante o "ao vivo".
A transmissão do sinal de vídeo proveniente das câmeras, é feito através de cabos e por antenas portáteis, todos devidamente estruturados para interferirem minimamente no espaço público.
A experiência de Fluidos não se resume à tela. Aqueles que querem acompanhar o que acontece do lado de fora, podem tanto presenciar as cenas sendo executadas, ou participar delas como figurantes, quanto acompanhar o processo de edição ao vivo, que acontece em uma mesa fora da sala de cinema.
Fluidos pressupõe a "inclusão cultural" na assepção do termo: A arte invadindo o bairro, tal qual o bairro invandindo a arte, transformando tudo em uma coisa só.
A improvisação, necessária e parte integrante do “ao vivo”, bem como a adaptação a qualquer horário, espaço físico ou condição climática, faz com que cada apresentação (filme) seja uma experiência única.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Fluidos em Salvador
6º Festival Internacional de Cinema de Salvador
Fluidos, 81 minutos, ficção, Formato Rain (HD), 2009
Exibições: CINE XIV (Rua Frei Vicente, 12/14 - Quarteirão Cultural do Pelourinho)
Fluidos, 81 minutos, ficção, Formato Rain (HD), 2009
Exibições: CINE XIV (Rua Frei Vicente, 12/14 - Quarteirão Cultural do Pelourinho)
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Fluidos no Rio de Janeiro
segunda-feira, 1 de junho de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Por um cinema vivo:
Não é a dessacralização da sétima arte, pelo contrário, é uma verdadeira declaração de amor ao cinema, pois potencializa o que lhe é mais seu: a linguagem.
A proposta é fazer realmente um filme de ficção: personagens, plots, cenas, planos, cenários, figurinos, fotografia, som direto, montagem, tal qual qualquer narrativa cinematográfica, mas com o frescor e a graça do ao vivo.
A captação, edição e exibição são simultâneas: câmeras na mão, em diferentes locações acessíveis ao público, transmitindo ao vivo para um computador, com edição em tempo real, que projeta o filme na tela de cinema.
Qualquer filme é uma arte do tempo presente. Quando a câmera é ligada, só é registrado o que acontece naquele momento. O CineVivo valoriza esse momento mágico capturado como único, que só deverá ser refeito numa nova apresentação.
Esse novo formato explicita o processo. Permite que o criador modifique sua obra constantemente. O filme não está fossilizado em uma película, disco ou fita, mas está num fluxo, em contínua mutação. Em cada apresentação, um filme diferente.
CineVivo pressupõe a "inclusão cultural" na assepção do termo: A arte invadindo o bairro, tal qual o bairro invandindo a arte, transformando tudo em uma coisa só.
Essa mistura entre realidade e diegese torna o filme mais orgânico. A interferência e a improvisação do ao vivo potencializam o pacto de ilusão de realidade existente entre os espectadores e a obra cinematográfica.
Durante cada apresentação do CineVivo, temos a oportunidade única de transpirar cinema por todos os poros.
E tenho certeza que será uma experiencia tão divertida para o público quanto é para todos nós da equipe e do elenco.
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Sobre a linguagem:
A palavra chave para a linguagem do Fluidos é o cotidiano.
Cotidiano das relações, do bairro, da vida dos espectadores.
Câmera na mão, planos-sequência movimentados, afim de captar o fluir irriquieto e fugidio do contemporâneo.
Quase uma releitura do Dogma95, Fluidos não tem interferências externas.
O Naturalismo é a base do filme, não somente no roteiro, mas também em sua linguagem e estética.
Sempre prevalecerá o ambiente real, tal como ele é. São pessoas vivendo histórias que podem acontecer a qualquer um que frequente aquela região.
Elementos de arte, fotografia, direção e som são buscados nas próprias locações. Transeuntes são, inclusive, os “figurantes” naturais da narrativa.
A incomunicabilidade e a vida em suspensão, próprias de nosso momento atual estarão presentes de maneira intrínseca na história e também na decupagem, sempre sujeitas a alterações e interrupções do fluxo narrativo.
O filme busca a textura diferente do nosso presente, imperfeita, quase pixelada, que denota a velocidade dessa imagem digital, simulada e vazia.
Cotidiano das relações, do bairro, da vida dos espectadores.
Câmera na mão, planos-sequência movimentados, afim de captar o fluir irriquieto e fugidio do contemporâneo.
Quase uma releitura do Dogma95, Fluidos não tem interferências externas.
O Naturalismo é a base do filme, não somente no roteiro, mas também em sua linguagem e estética.
Sempre prevalecerá o ambiente real, tal como ele é. São pessoas vivendo histórias que podem acontecer a qualquer um que frequente aquela região.
Elementos de arte, fotografia, direção e som são buscados nas próprias locações. Transeuntes são, inclusive, os “figurantes” naturais da narrativa.
A incomunicabilidade e a vida em suspensão, próprias de nosso momento atual estarão presentes de maneira intrínseca na história e também na decupagem, sempre sujeitas a alterações e interrupções do fluxo narrativo.
O filme busca a textura diferente do nosso presente, imperfeita, quase pixelada, que denota a velocidade dessa imagem digital, simulada e vazia.
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